quarta-feira, 3 de abril de 2019

Como ela está? Uma visão geral!

Foto da Dulcinéia em Colônia de Sacramento!


Tenho ela há 4 anos. Nos primeiros 2,5 anos rodei bem pouco, viagens pontuais. Depois, morei nela por 1 ano enquanto viajava (fui até Rosário, na Argentina, e voltei).  Mas como parava muito nas cidades para apresentar (sou palhaço!), não rodei tanto assim. Estimo que desde que a comprei rodei ao todo uns 10 mil km.

Eu cuidei bem da bixinha: coloquei rodas novas, reformei o piso do banheiro, refiz toda a calafetagem das vedações, instalei um sistema de placas solares para manter a geladeira, instalei um suporte para bike (e pequenas motos) semi-removível e fiz dezenas de pequenas melhorias que descrevo melhor na descrição minuciosa da próxima postagem.

Por dentro, você pode observar nas fotos na postagem seguinte, ela está linda, como nova, muito bem cuidada em toda parte de madeiramento, armários. O piso está ok, com marcas do tempo; o teto está ok também, sem nada. Há pequenas marcas de infiltração antigas e pontuais, que comento na "descrição minuciosa". Por fora, ela precisa de pintura, porque eu pintei elementos do meu trabalho como palhaço e alguma retrabalho em pequenos pontos de ferrugem.

O motor está como novo, já que foi recém refeito (há 4 mil km). O problema nem foi do motor, que estava bom, mas desta pecinha aqui, que fica entre o motor e o volante! ;) Eu peguei muito vento contrário no litoral do rio grande do sul e não percebi que esse esforço maior estava consumindo rapidamente muito óleo o que gerou o problema e me obrigou a refazer o motor pela primeira vez!

No geral a Dulcinéia está muito bem, dando uma "lavada" em muita kombinha nova, muito gostosa de dirigir, tranquila! Está fazendo na estrada cerca de 10 km/litro (em estradas sem grandes ladeiras)!!! E entre 7 e 8 km/litro na cidade. Isso é um bom indicativo do ótimo estado mecânico. Ando com ela numa média de 70km por hora, chegando a 80km sem grande instabilidade. Acima disso, já se percebe a instabilidade (essas kombis são estreitas e altas, o que gera muita oscilação lateral).

Quem quiser, pode pegá-la sem gastar um tostão, já que está plenamente funcional, sem grandes problemas de aparência ou estrutura. Claro, uma nova pintura, assim que possível, será bom, assim como observar a calafetagem evitando futuras infiltrações, e, para os mais exigentes, pode-se retrabalhar o forro das portas e do teto da cabine, que apresentam marcas do tempo.

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